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	<title>Sbera</title>
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	<description>Site da Sociedade Brasileira dos Especialistas em Resíduos das Produções Agropecuária e Agroindustrial</description>
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		<title>UK: Top award &#8211; minimising pigs&#8217; phosphorous excretion</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 10:44:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>airton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[A BPEX-funded PhD student has won the prestigious President’s Award for a paper presented at the 2013 British Society of Animal Science Annual Meeting.

Vasilis Symeou’s work, at Newcastle University, is about minimising the amount of phosphorous (P) excreted from growing and finishing pigs. P is easily leached from soils and excessive amounts can cause water [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A BPEX-funded PhD student has won the prestigious President’s Award for a paper presented at the 2013 British Society of Animal Science Annual Meeting.</strong></p>
<div><img id="imgMainImage" title="UK: Top award - minimising phosphorous from pigs" src="http://www.pigprogress.net/Resizes/mainarticleimage/PageFiles/60/90/29060/001_boerderij-image-1264107.jpeg" alt="UK: Top award - minimising phosphorous from pigs" /></div>
<p>Vasilis Symeou’s work, at Newcastle University, is about minimising the amount of phosphorous (P) excreted from growing and finishing pigs. P is easily leached from soils and excessive amounts can cause water pollution. It is a finite, costly resource which needs to be conserved, to help improve the environmental sustainability of pig production and reduce producers’ costs.</p>
<p>Vasilis said: “I have developed a simulation model to predict more accurately how much P a growing pig requires and match that with the amount of digestible P available from diets based on different feed ingredients. From this, we should be able to advise pig producers on how to maximize P digestibility and therefore reduce the amount of P used.</p>
<p>“A reduction in P use means lower cost to the producer and reduced excretion to the environment.”</p>
<p>Vasilis presented the early concepts of his work at the 2012 Digestive Physiology of Pigs Meeting in Colorado and a paper has since been published in the Journal of Animal Science.</p>
<p>Part of this work will also be presented by his PhD supervisor, Professor Ilias Kyriazakis, at the International Meeting on Modelling Pig and Poultry Nutrition in Brazil later this year.</p>
<p>During the final year of his studies, Vasilis aims to convert his ‘simulation’ model into a ‘population’ one. This will enable him to account for variation in pigs’ P requirements which will help develop strategies for reducing P excretion by groups of pigs of different sizes, genotypes or ages. On completing his studies, Vasilis hopes to pursue a career in the pig industry as a nutritionist.<br />
For more information on the project, <a href="http://www.bpex.org.uk/R-and-D/R-and-D/Phosphorusexcretion.aspx%20" target="_blank">click here.</a></p>
<p>Source: Pig progress</p>
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		<title>Bahia adere ao CAR</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 10:42:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>airton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>

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		<description><![CDATA[O Estado da Bahia é o mais novo parceiro do Ministério do Meio Ambiente (mma) na implantação do Cadastro Ambiental Rural (CAR). Nesta quinta-feira (23), o secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do MMA, Paulo Guilherme Cabral, assinou, com o secretário estadual do Meio Ambiente, Eugênio Spengler, Acordo de Cooperação Técnica (ACT) para implantação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Estado da Bahia é o mais novo parceiro do Ministério do Meio Ambiente (mma) na implantação do Cadastro Ambiental Rural (CAR). Nesta quinta-feira (23), o secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do MMA, Paulo Guilherme Cabral, assinou, com o secretário estadual do Meio Ambiente, Eugênio Spengler, Acordo de Cooperação Técnica (ACT) para implantação do CAR no estado. O documento prevê uma série de ações para regularização ambiental de imóveis rurais.</p>
<p>Para Cabral, a adesão reforça o compromisso do governo federal de cadastrar dos mais de 5,2 milhões de imóveis rurais espalhados por todo o Brasil, além de destacar a parceria estadual como ferramenta básica para realizar esses cadastros. “Como está previsto em Lei, o CAR deve ser feito preferencialmente pelos estados”, diz. Ele adiciona ainda que, como parte do acordo, o Ministério cedeu imagens de satélite em alta resolução de todo o território nacional, capacitação técnica e ações de divulgação em âmbito nacional.</p>
<p><strong>Integração </strong>- “Já trabalhamos com um módulo de cadastro ambiental rural, elaborado por nós, desde dezembro de 2001”, explicou o secretário baiano. Segundo ele, o cadastro estadual já está integrado com o sistema federal, que é o Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SiCAR), desenvolvido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama), e cumpre todas as exigências necessárias previstas em Lei em relação às áreas de preservação permanente, reserva legal e remanescentes florestais.</p>
<p>Spengler detalha, ainda, que o sistema estadual, no ar desde 19 de novembro de 2012, já foi testado por inúmeros produtores e sofreu, ao longo desse tempo, uma série de modificações de acordo com as demandas daqueles que iam acessando. Ele ressalta, também a quantidade de área já cadastrada. “Hoje, temos mais de dois milhões de hectares cadastrados na Bahia, sendo a maioria no oeste do Estado, que agrega as maiores propriedades da região”. Destaca também que todos esses cadastros foram feitos de forma espontânea, sem nenhuma campanha, para ver como seria a aceitação entre os agricultores.</p>
<p>Spengler demonstra o interesse e vontade do estado de ampliar o número de cadastros ambientais. “A nossa estratégia é, a partir de uma série de convênios e parcerias, multiplicar o número de imóveis cadastrados com rapidez e eficácia”, acrescenta. E uma estratégia detalhada por ele é convênio firmado com uma rede de escolas, com alunos que receberão bolsa, para realizar o cadastro das suas próprias casas, localizadas em áreas rurais. “Com esse tipo de rede e consórcios municipais, estamos preparando uma série de convênios para ampliar parcerias e números de imóveis cadastrados”, afirma.</p>
<p>O CAR, desdobramento do novo Código Florestal, será lançado oficialmente nos próximos dias. O cadastro é o registro público eletrônico de âmbito nacional, obrigatório para todos os imóveis rurais, com o objetivo de integrar informações ambientais das propriedades rurais, compondo base de dados para controle, monitoramento, planejamento ambiental e econômico e combate ao desmatamento. Todos os dados serão integrados em um único sistema nacional, o SiCAR, desenvolvido e monitorado pelo Ibama.</p>
<p>Fonte: MMA</p>
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		<title>ONU marca Dia Internacional da Biodiversidade com alerta sobre água</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 01:11:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>airton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A ONU (Organização das Nações Unidas) comemorou o Dia Internacional da Biodiversidade nesta quarta-feira (22) lançando um alerta sobre a situação da demanda futura pela água.
Em mensagem, Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, lembrou do tema deste ano, “Água e Biodiversidade”, ao dizer que apesar da abundância do recurso, o planeta conta apenas com uma pequena [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ONU (Organização das Nações Unidas) comemorou o Dia Internacional da Biodiversidade nesta quarta-feira (22) lançando um alerta sobre a situação da demanda futura pela água.</p>
<p>Em mensagem, Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, lembrou do tema deste ano, “Água e Biodiversidade”, ao dizer que apesar da abundância do recurso, o planeta conta apenas com uma pequena quantidade de água fresca. O tema do Dia Internacional da Biodiversidade foi escolhido para marcar o Ano Internacional de Cooperação da Água, comemorado durante todo 2013.</p>
<p>Em várias partes do mundo, a demanda por água ultrapassa o fornecimento, e a qualidade do recurso ainda é um problema em muitos países. Ban lembrou que a biodiversidade e o ecossistema são fundamentais no alcance de uma visão de um mundo com água para todos.</p>
<p>Ele citou, ainda, o papel das florestas que ajudam a regular a erosão do solo e proteger a qualidade e o fornecimento de água.</p>
<p><strong>Plano para 2020</strong> – Para promover mais proteção, a Convenção sobre Diversidade Biológica emitiu um plano estratégico que vai até 2020 sobre o tema.</p>
<p>O Secretário-Geral lembrou os compromissos firmados durante a Rio+20, no Rio de Janeiro, sobre a necessidade de se manter a quantidade e a qualidade da água em programas de governo.</p>
<p>Ele pediu aos países que ainda não ratificaram o Protocolo de Nagoia de acesso a recursos genéticos que o façam. (Fonte: UOL)</p>
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		<title>Brasil avança na elaboração de Plano de Redução de Poluentes</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 15:18:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>airton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>

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		<description><![CDATA[Em setembro de 2014, o governo deve apresentar um Plano Nacional de Redução de Emissões de Poluentes Orgânicos Permanentes, que será construído a partir de inventários sobre a situação de substâncias presentes no País, como o que foi lançado nesta terça-feira em Brasília sobre as emissões de dioxinas e furanos. O levantamento revela quanto é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em setembro de 2014, o governo deve apresentar um Plano Nacional de Redução de Emissões de Poluentes Orgânicos Permanentes, que será construído a partir de inventários sobre a situação de substâncias presentes no País, como o que foi lançado nesta terça-feira em Brasília sobre as emissões de dioxinas e furanos. O levantamento revela quanto é emitido no Brasil, os Estados que mais concentram emissões e as atividades que mais respondem pela liberação das duas substâncias.</p>
<p>O documento, que foi elaborado nos últimos dois anos, a partir de dados repassados pelos setores responsáveis por atividades emissoras de dioxinas e furanos, mostra que atividades como a incineração de resíduos e a produção de metais ferrosos estão entre as principais emissoras.</p>
<p>Como permanecem muito tempo na natureza, esses elementos podem ser absorvidos por animais em toda a cadeia alimentar e alcançar os seres humanos.</p>
<p>No corpo humano, as substâncias podem provocar doenças nervosas, imunológicas, reprodutivas e câncer. As dioxinas e furanos, diferentes de outros poluentes já proibídos no País, não são produzidas intencionalmente para serem utilizadas como produto final. “São elementos produzidos como consequência de outros processos, mas que tem um dos mais altos graus de toxicidade, ou seja, pequenas quantidades dessas substâncias são capazes de produzir grandes estragos”, explicou Letícia Carvalho, director de Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (MMA).</p>
<p>O Inventário Nacional de Fontes e Estimativas de Emissões de Dioxinas e Furanos será usado como base pelos especialistas e autoridades do governo, que devem se debruçar sobre as regras e acordos para controlar a liberação desses elementos por vários setores. “Melhores técnicas e melhores práticas são os melhores caminhos preconizado pela Convenção de Estocolmo para dar conta das dioxinas e furanos, mas não será uma regulação proibitiva”, acrescentou Letícia Carvalho.</p>
<p>Mesmo não compondo o ranking dos maiores desafios do País e a lista dos 21 Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs) proibitivos pela Convenção de Estocolmo, ratificada por vários países em 2004, as dioxinas e furanos estão classificados entre as substâncias mais perigosas, capazes de provocar doenças e ameaçar sistemas silvestres. A convenção não prevê o banimento, mas recomenda o controle dessas substâncias.</p>
<p>As emissões desses elementos também ocorrem, por exemplo, a partir das atividades de setores como o de transporte e geração de energia e de queimas feitas a céu aberto e despejo incorreto de resíduos. “Ao inventariar essas fontes vai ser possível definir estratégias e a gente pode discutir com base do que existe no País”, disse a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.</p>
<p>De acordo com a ministra, com a exposição das fontes e da situação do País que está entre os 14 menos poluentes do mundo entre os emissores de dioxinas e furanos, será possível definir a estratégia para cumprir as determinações de Estocolmo. “Todos os países signatários terão de fazer o inventários e começamos o processo aqui. O caminho está desenhado, a estratégia está definida e os recursos estão alocados. Esse é o primeiro inventário, com toda a identificação de fontes e os outros inventários de outros POPs estão sendo concluídos”, garantiu Izabella Teixeira.</p>
<p>No País, a região sudeste foi apontada como uma das maiores emissoras, impulsionada pela atividade industrial em estados como Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. O Pará também foi destacado no relatório em função da extração de minério de ferro. No Distrito Federal, unidade da federação que também ocupa o topo da lista, foram observados o uso de incineradores para eliminação de resíduos as queimas a céu aberto.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Produção agroecológica é tema de debates em Roraima</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 11:30:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>airton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o intuito de mostrar ao público a evolução da agricultura orgânica em Roraima e apresentar os resultados das pesquisas feitas na área, o Sebrae, em parceria com instituições como a Universidade Federal de Roraima (UFRR), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Instituto Federal de Roraima (IFRR) e a Faculdade Roraimense (Fares), promovem de 27 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o intuito de mostrar ao público a evolução da agricultura orgânica em Roraima e apresentar os resultados das pesquisas feitas na área, o Sebrae, em parceria com instituições como a Universidade Federal de Roraima (UFRR), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Instituto Federal de Roraima (IFRR) e a Faculdade Roraimense (Fares), promovem de 27 de maio a 2 de junho a Semana de Alimentos Agroecológicos em Roraima.</p>
<p>A programação do evento prevê atividades simultâneas em Boa Vista, Amajarí e no campus do Instituto Federal de Roraima (IFRR) em Rorainópolis. A abertura será feita com as palestras “Produção Orgânica em Roraima” e “Os Benefícios do Consumo de Alimentos Orgânicos”, no dia 27 de maio, às 8h30, no auditório da UFRR.</p>
<p>No período da tarde será realizada a palestra “Agroecologia e Produção Orgânica – Conceitos e Definições” no Campus do IFRR, no Amajarí, e na Escola Agrotécnica da UFRR (EAGRO) o projeto “Fazendinha Agroecológica” será apresentado para os acadêmicos, professores e técnicos da própria Escola.</p>
<p>No dia 28, estudantes, consumidores e interessados no tema podem participar da visita à duas propriedades agroecológicas; a Trigenros Orgânicos, em Pacaraima, que receberá os produtores do projeto Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (PAIS); e a Hortivida, onde será apresentado o Plano de Manejo Orgânico do local e uma palestra com o tema “Produção Orgânica – Conquistas e Desafios” será apresentada aos alunos do Campus do IFRR no Amajarí.</p>
<p>As visitas à propriedades de produção agroecológica continuam no dia 29, desta vez na região do Murupú, zona rural de Boa Vista. O objetivo é mostrar os resultados do projeto PAIS para a comunidade e os parceiros e colaboradores do Sebrae, bem como chamar a atenção dos participantes para os benefícios de se produzir com o mínimo de agressão ao meio ambiente.</p>
<p>No sábado (1) a programação tem lugar nas feiras livres da capital Boa Vista. Das 6h às 10h, os participantes distribuirão material informativo sobre a produção orgânica de alimentos na praça da Amoca, no bairro Caçari, e também na Feira do Produtor.</p>
<p>No mesmo dia, no Campus do IFRR no Amajarí, a professora Dra. Daniele Sayuri e a professora Msc. Eliselda Corrêa apresentarão aos alunos da instituição palestras sobre “Os Efeitos do uso de Agroquímicos no meio Ambiente” e “Agricultura Natural”.</p>
<p>O encerramento do a programação será feita com a distribuição de material informativo na Feira do projeto PAIS, no Mercado Romeu Caldas, no dia 2 de junho, das 6h às 10h.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Austrália quer proibir fertilização do mar com sulfato de ferro</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 10:38:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>airton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recursos Naturais]]></category>

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		<description><![CDATA[A Austrália quer proibir a fertilização do oceano com sulfato de ferro, um método controverso para combater as mudanças climáticas, anunciou nesta quinta-feira (16) o governo australiano.
Esta técnica tem como objetivo combater a acidificação do oceano derramando sulfato de ferro para “fertilizar” o fitoplâncton, uma microalga marinha que absorve o dióxido de carbono (CO2) na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Austrália quer proibir a fertilização do oceano com sulfato de ferro, um método controverso para combater as mudanças climáticas, anunciou nesta quinta-feira (16) o governo australiano.</p>
<p>Esta técnica tem como objetivo combater a acidificação do oceano derramando sulfato de ferro para “fertilizar” o fitoplâncton, uma microalga marinha que absorve o dióxido de carbono (CO2) na água e na atmosfera.</p>
<p>Após uma vida muito curta, os restos de fitoplâncton são depositados sobre o fundo do mar sob a forma de sedimentos.</p>
<p>Mas a eficácia do método e seus efeitos no ambiente são desconhecidos, de modo que a Austrália quer proibir a sua utilização no protocolo de Londres, que em 1996 alterou e substituiu a Convenção de Londres de 1972.</p>
<p>Austrália, Nigéria e Coreia do Sul querem apresentar uma emenda para proibir a fertilização comercial sem justificativa científica em uma reunião dos signatários do protocolo, prevista para outubro.</p>
<p>“A emenda pretende estabelecer regras vinculativas para a fertilização do oceano”, explicou o ministro do Meio Ambiente australiano, Tony Burke.</p>
<p>“Proibir as atividades comerciais da fertilização oceânica e autorizar as investigações científicas legítimas visando identificar os possíveis benefícios” desta prática, acrescentou.</p>
<p>Em 2012, os signatários do protocolo lamentaram o uso desta técnica na costa do Pacífico do Canadá por uma empresa que queria reconstruir a população de salmão, que se alimenta com fitoplâncton.</p>
<p>A revista Nature revelou em 2007 as conclusões de um grande programa nas Ilhas Kerguelen, no sul do Oceano Índico, segundo o qual derramar ferro no oceano seria entre 10 e 100 vezes menos eficaz do que o processo natural, porque 90% do ferro se perderia e seu efeito de curta duração.</p>
<p>Alguns cientistas temem ainda uma possível reação química resultando em óxido nitroso (N2O), mais devastador do que o CO2.</p>
<p>O ministro do Meio Ambiente também citou a proliferação de algas tóxicas e a eutrofização do leito como riscos potenciais.</p>
<p>Fonte: UOL</p>
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		<title>Impact Factor Distortions</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 22:52:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>airton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[This Editorial coincides with the release of the San Francisco declaration on research Assessment (DORA), the outcome of a gathering of concerned scientists at the December 2012 meeting of the American Society for Cell Biology.* To correct distortions in the evaluation of scientific research, DORA aims to stop the use of the &#8220;journal impact factor&#8221; in [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p id="p-2">This Editorial coincides with the release of the <em>San Francisco declaration on research Assessment</em> (DORA), the outcome of a gathering of concerned scientists at the December 2012 meeting of the American Society for Cell Biology.<a id="xref-fn-1-1" href="http://www.sciencemag.org/content/340/6134/787.full#fn-1">*</a> To correct distortions in the evaluation of scientific research, DORA aims to stop the use of the &#8220;journal impact factor&#8221; in judging an individual scientist&#8217;s work. The <em>Declaration</em> states that the impact factor must not be used as &#8220;a surrogate measure of the quality of individual research articles, to assess an individual scientist&#8217;s contributions, or in hiring, promotion, or funding decisions.&#8221; DORA also provides a list of specific actions, targeted at improving the way scientific publications are assessed, to be taken by funding agencies, institutions, publishers, researchers, and the organizations that supply metrics. These recommendations have thus far been endorsed by more than 150 leading scientists and 75 scientific organizations, including the American Association for the Advancement of Science (the publisher of<em>Science</em>). Here are some reasons why:</p>
<div id="F2">
<div><img src="http://www.sciencemag.org/content/340/6134/787/F2.medium.gif" alt="Figure" /></div>
<div><q id="attrib-2">CREDIT: SUCHOA LERTADIPAT/ISTOCKPHOTO</q></div>
</div>
<p id="p-3">The impact factor, a number calculated annually for each scientific journal based on the average number of times its articles have been referenced in other articles, was never intended to be used to evaluate individual scientists, but rather as a measure of journal quality. However, it has been increasingly misused in this way, with scientists now being ranked by weighting each of their publications according to the impact factor of the journal in which it appeared. For this reason, I have seen curricula vitae in which a scientist annotates each of his or her publications with its journal impact factor listed to three significant decimal places (for example, 11.345). And in some nations, publication in a journal with an impact factor below 5.0 is officially of zero value. As frequently pointed out by leading scientists, this impact factor mania makes no sense.<a id="xref-fn-2-1" href="http://www.sciencemag.org/content/340/6134/787.full#fn-2">†</a></p>
<p id="p-4">The misuse of the journal impact factor is highly destructive, inviting a gaming of the metric that can bias journals against publishing important papers in fields (such as social sciences and ecology) that are much less cited than others (such as biomedicine). And it wastes the time of scientists by overloading highly cited journals such as <em>Science</em> with inappropriate submissions from researchers who are desperate to gain points from their evaluators.<a id="xref-fn-3-1" href="http://www.sciencemag.org/content/340/6134/787.full#fn-3">‡</a></p>
<p id="p-5">But perhaps the most destructive result of any automated scoring of a researcher&#8217;s quality is the &#8220;me-too science&#8221; that it encourages. Any evaluation system in which the mere number of a researcher&#8217;s publications increases his or her score creates a strong disincentive to pursue risky and potentially groundbreaking work, because it takes years to create a new approach in a new experimental context, during which no publications should be expected. Such metrics further block innovation because they encourage scientists to work in areas of science that are already highly populated, as it is only in these fields that large numbers of scientists can be expected to reference one&#8217;s work, no matter how outstanding. Thus, for example, in my own field of cell biology, new tools now allow powerful approaches to understanding how a large single-celled organism such as the cilate<em>Stentor</em> can precisely pattern its surface, creating organlike features that are presently associated only with multicellular organisms.<a id="xref-fn-4-1" href="http://www.sciencemag.org/content/340/6134/787.full#fn-4">§</a> The answers are likely to bring new insights into how all cells operate, including our own. But only the very bravest of young scientists can be expected to venture into such a poorly populated research area, unless automated numerical evaluations of individuals are eliminated.</p>
<p id="p-6">The DORA recommendations are critical for keeping science healthy. As a bottom line, the leaders of the scientific enterprise must accept full responsibility for thoughtfully analyzing the scientific contributions of other researchers. To do so in a meaningful way requires the actual reading of a small selected set of each researcher&#8217;s publications, a task that must not be passed by default to journal editors.</p>
<p>Source: Science (DOI: 10.1126/science.1240319)</p>
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		<title>FAPEMIG, Sectes e Embrapa lançam edital em conjunto</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 22:48:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>airton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o objetivo de financiar projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação voltados para o desenvolvimento do setor agropecuário mineiro, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) lançaram nesta quinta-feira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de financiar projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação voltados para o desenvolvimento do setor agropecuário mineiro, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) lançaram nesta quinta-feira (16) o edital 11/2013. Ao todo, está previsto um <a id="_GPLITA_0" title="Click to Continue &gt; by Shopping Sidekick" href="http://www.fapemig.br/fapemig-sectes-e-embrapa-lancam-edital-em-conjunto/?utm_source=buffer&amp;utm_medium=facebook&amp;utm_campaign=Buffer&amp;utm_content=bufferc3765#">investimento</a> de R$ 6 milhões, sendo R$ 3 milhões da FAPEMIG e R$ 3 milhões da Embrapa.</p>
<p>As propostas devem ser apresentadas por pesquisadores vinculados a instituições que podem ser uma unidade da Embrapa, desde que em parceria com pelo menos uma empresa nacional ou entidade de ciência, tecnologia e inovação (ECTI); ou uma ECTI, que desenvolva atividades de pesquisa e transferência de tecnologia no Estado, em parceria com uma unidade da Embrapa. As propostas serão recebidas até 5 de agosto de 2013.</p>
<p>Os projetos devem ser enviados pelo sistema Everest (<a href="http://everest.fapemig.br/">http://everest.fapemig.br</a>). O edital pode ser visualizado <a href="http://www.fapemig.br/admin/editais/upload/Edital%2011-2013%20EMBRAPA-FAPEMIG.pdf" target="_blank">aqui</a>. Outras informações com a Central de Informações da FAPEMIG pelo e-mail<a href="mailto:ci@fapemig.br">ci@fapemig.br</a></p>
<p><strong>Solenidade<br />
</strong>A assinatura do termo que oficializa a parceria e autoriza o edital foi realizada na noite da última segunda-feira (13) no gabinete do vice-governador Alberto Pinto Coelho, na Cidade Administrativa de Minas Gerais. A parceria com a Embrapa busca incentivar projetos na área de preservação do meio ambiente e o aumento da produção agrícola em Minas. “Vamos investir em pesquisa científica para desenvolver tecnologias e avançar ainda mais na  gestão dos recursos hídricos e sua aplicação, visando a preservação do meio ambiente e a agricultura irrigada sustentável em nosso estado”, destacou o vice-governador.</p>
<p>Fonte: FAPEMIG</p>
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		<title>MMA combate desertificação</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 20:02:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>airton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recursos Naturais]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério do Meio Ambiente recebe, até o próximo dia 3 de junho, projetos de apoio a iniciativas de combate à desertificação. A seleção, realizada pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), em parceria financeira com o Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima), apoiará iniciativas para convivência sustentável com a semiaridez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério do Meio Ambiente recebe, até o próximo dia 3 de junho, projetos de apoio a iniciativas de combate à desertificação. A seleção, realizada pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), em parceria financeira com o Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima), apoiará iniciativas para convivência sustentável com a semiaridez nos nove estados nordestinos, norte de Minas Gerais e parte do Espírito Santo, localidades onde estão concentradas as áreas suscetíveis à seca no Brasil.</p>
<p>As iniciativas devem contemplar o desenvolvimento e a difusão de boas práticas e tecnologias voltadas para o uso sustentável e integrado dos recursos naturais. A seleção procura ampliar e potencializar a contribuição da sociedade no combate à desertificação em âmbito local, possibilitando mudanças nos arranjos produtivos e promovendo ações para o aproveitamento e o manejo eficiente das fontes renováveis de energia, solos e florestas, conservação dos mananciais e recursos hídricos, recuperação de áreas degradadas e o fortalecimento de redes socioambientais.</p>
<p>Fonte: MMA</p>
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		<title>Aprovado plantio de cana-de-açúcar no Cerrado e Amazônia</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 20:01:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>airton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agroenergia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão de Meio Ambiente do Senado aprovou na terça-feira (14) o projeto de lei que autoriza o plantio de cana-de-açúcar em áreas alteradas de Cerrado e da Amazônia Legal. O cultivo, pelo projeto, terá que respeitar os dispositivos previstos no Código Florestal aprovado em 2012 pelo Congresso.
Como tramitou em caráter terminativo, o projeto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Meio Ambiente do Senado aprovou na terça-feira (14) o projeto de lei que autoriza o plantio de cana-de-açúcar em áreas alteradas de Cerrado e da Amazônia Legal. O cultivo, pelo projeto, terá que respeitar os dispositivos previstos no Código Florestal aprovado em 2012 pelo Congresso.</p>
<p>Como tramitou em caráter terminativo, o projeto de lei segue para apreciação na Câmara. O relator Acir Gurgacz (PDT-RO) destacou que os plantios só poderão ocorrer em 20% de áreas, autorizados pelo Código Florestal.</p>
<p>Segundo o senador Gurgacz, existem no país 64 milhões de hectares em todo o território nacional prontos para o plantio de cana-de-açúcar, ocupados atualmente pela pecuária de baixa produtividade.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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