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	<description>Site da Sociedade Brasileira dos Especialistas em Resíduos das Produções Agropecuária e Agroindustrial</description>
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		<title>Taiwan&#8217;s largest solar powered pig farm opened</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 15:18:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>airton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>

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		<description><![CDATA[Taiwan has opened the largest solar powered  pig farm of the country last week. The complex is located in Yunlin  County, news agency CNA reports.
The county government will ask the central government to formulate a  plan to provide better subsidies and incentives for livestock farmers  who use photovoltaic systems to generate [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Taiwan has opened the largest solar powered  pig farm of the country last week. The complex is located in Yunlin  County, news agency CNA reports.</div>
<div>The county government will ask the central government to formulate a  plan to provide better subsidies and incentives for livestock farmers  who use photovoltaic systems to generate electricity, said Yunlin county  magistrate Su Chih-fen, while visiting the two-hectare farm in Dongshi  Township.</div>
<div>
<p>It is hoped the new subsidies and incentives will attract more farmers to build solar farms, Su added.</p>
<p>The pig farm, built by Chou Chin-lai, is a good example of how  industries can reduce greenhouse gases, accelerate industry upgrades,  and ensure development in an environmentally friendly way, said Su.</p>
<p>Chou said that over US$3.37 million was spent on the construction of the  new farm, which has a photovoltaic capacity of 1,000 kilowatts and the  capacity of generating 1.30 million kW hours of electricity per annum.</p></div>
<div>
It is estimated that electricity generated from the farm can help farmers generate over NT$10 million per year, Chou added.</div>
<div>
<p>Yunlin County is one of Taiwan&#8217;s major livestock producers and the smell  of livestock flatulence has long troubled locals, said Yunlin County  agricultural department director-general Lu Cheng-Chang.</p>
<p>The establishment of such a solar powered farm indicates the livestock  industry can develop into an industry with low pollution and energy  consumption, Lu added.</p></div>
<div></div>
<div>Font: Pig progress</div>
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		<title>Cientistas defendem lei própria para regular atividade de pesquisa e inovação</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 15:13:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>airton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Cientistas lutam há mais de um ano pela aprovação de um código que crie mecanismos para estimular a aproximação entre centros de pesquisa e empresas privadas na concepção de novos produtos e processos produtivos. Projeto de lei com esse objetivo foi proposto pelo meio acadêmico ao governo, que enviou o texto ao Congresso Nacional no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cientistas lutam há mais de um ano pela aprovação de um código que crie mecanismos para estimular a aproximação entre centros de pesquisa e empresas privadas na concepção de novos produtos e processos produtivos. Projeto de lei com esse objetivo foi proposto pelo meio acadêmico ao governo, que enviou o texto ao Congresso Nacional no ano passado.</p>
<p>“É hora de o Brasil – que já tem Código de Trânsito, Código Penal, Código Florestal – ter também um código para a ciência, tecnologia e inovação. Isso vai ajudar o país a acelerar o seu desenvolvimento científico e tecnológico”, avalia o presidente do Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap), Mario Neto Borges. Em sua opinião, o código, que tramita simultaneamente na Câmara dos Deputados e no Senado, pode permitir maior inserção internacional da ciência feita no Brasil e aprimorar a fiscalização dos órgãos de controle.</p>
<p>Além do desenvolvimento científico, há perspectivas de ganhos econômicos. O projeto de lei cria mecanismos para estimular a aproximação entre centros de pesquisa e empresas privadas, para que, juntos, promovam a inovação.</p>
<p>Entre esses mecanismos, está o compartilhamento, com empresas privadas, de laboratórios, equipamentos, instrumentos e materiais hoje disponíveis nas chamadas entidades de ciência, tecnologia e inovação (ECTI) públicas (como as universidades e as unidades de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). De acordo com o projeto, as ECTI poderão ser remuneradas, bonificar os pesquisadores e celebrar contratos de transferência tecnológica.</p>
<p>O projeto de lei ainda autoriza a União, os estados, municípios e as agências de fomento a fazer “concessão de recursos financeiros, humanos, materiais ou de infraestrutura” a ECTIs privadas com fins lucrativos. Empresas inovadoras poderão ser beneficiadas com subvenção econômica, financiamento, participação societária do Estado e encomendas para o desenvolvimento de tecnologia.</p>
<p>A flexibilização dos mecanismos de apoio e a parceria entre Estado e iniciativa privada são propostas bem vistas no meio empresarial e poderão ser decisivas para reverter a tendência de diminuição da importância econômica da atividade industrial. “A inovação é uma saída para a chamada desindustrialização”, opina Célio Cabral, gerente de Inovação do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) – vinculado à Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg).</p>
<p>Segundo ele, o país sofre processo prematuro de desindustrialização em função da invasão de produtos manufaturados importados a baixo custo, e a inovação pode reverter esse cenário, com redução de custo e diferenciação de produtos. “A inovação mostra-se como imperativo. Fazendo um paralelo, é como a qualidade total nas décadas de 1980 e 1990”, pondera Cabral. “É preciso gestão de inovação nas empresas. Temos que tratar a inovação de forma sistêmica e perene para que não seja uma iniciativa isolada”.</p>
<p>Ao tomar posse no mês passado, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, defendeu o novo marco legal para o setor. “É necessária uma estrutura legal que possibilite a interação público-privada. Precisamos também aperfeiçoar o marco legal e incrementar os mecanismos de incentivo à inovação para que mais empresas passem a realizar atividades de pesquisa e desenvolvimento de modo crescente e contínuo”.</p>
<p>A presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader, tem avaliação semelhante e considera o código importante para melhor inserção econômica do país. “Ou mudamos as leis ou fica inviável competir”, apontou.</p>
<p>Há também a expectativa de que o código facilite a realização de contratos nas ECTIs públicas e a importação de insumos para a pesquisa, e assegure o acesso de cientistas brasileiros e de empresas nacionais ao patrimônio genético da biodiversidade no território brasileiro, tanto em pesquisas básicas quanto em estudos com finalidade industrial.</p>
<p>Fonte: Gilberto Costa/ Agência Brasil</p>
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		<title>Brasileiro desenvolve método rápido para prever enchentes</title>
		<link>http://www.sbera.org.br/pt/2012/02/brasileiro-desenvolve-metodo-rapido-para-prever-enchentes/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 14:37:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>airton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Um novo método criado por um cientista brasileiro torna mais rápido, simples e barato identificar áreas com risco de enchentes, deslizamentos e outros desastres naturais. O sistema pode ser usado para prevenir as tragédias que se acumulam no período de chuva no país.
Enquanto as metodologias consagradas hoje em dia precisam que os pesquisadores visitem os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo método criado por um cientista brasileiro torna mais rápido, simples e barato identificar áreas com risco de enchentes, deslizamentos e outros desastres naturais. O sistema pode ser usado para prevenir as tragédias que se acumulam no período de chuva no país.</p>
<p>Enquanto as metodologias consagradas hoje em dia precisam que os pesquisadores visitem os locais e tenham um mapeamento detalhado das topografias, o que em geral custa muito caro, o novo projeto pode ser feito à distância e com bem menos requisitos.</p>
<p>Batizado de Hand (sigla em inglês para altura acima da drenagem mais próxima), ele é um modelo digital de terreno que, para identificar as áreas de risco, precisa apenas de uma imagem da topografia da região – capturada por radar ou laser- e de informações sobre os rios do entorno.</p>
<p>É gerada então uma espécie de maquete virtual.</p>
<p>A partir daí, o computador, usando cálculos especialmente desenvolvidos para isso, encarrega-se de identificar as características do terreno, incluindo declividades e distâncias de encostas, entre outras informações.</p>
<p>Matemático &#8211; O modelo parte do princípio de Arquimedes, de que a água escolhe a trajetória mais curta para os terrenos mais baixos. O sistema então traça a trajetória da água e identifica as áreas de risco.</p>
<p>O modelo foi integrado ao Google Earth, permitindo que a Defesa Civil de qualquer parte do país possa ter acesso rápido às informações e consiga planejar a retirada ou o resgate de moradores.</p>
<p>“É um arquivo pequeno, pode ser baixado facilmente. O objetivo é simplificar o uso”, explica Antonio Donato Nobre, cientista do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Ele liderou o trabalho, que levou dez anos para ser desenvolvido.</p>
<p>Apesar de inédito, o cientista diz que a ideia é simples.</p>
<p>“A inspiração surgiu por acaso. Eu tive uma intuição, decidi aplicar e deu certo. Quando eu apresento nos congressos, alguns cientistas no início duvidam, acham que é fácil demais”, diz ele.</p>
<p>A simplicidade, pelo visto, atraiu os pesquisadores. Publicado no “Journal of Hydrology”, uma das publicações mais importantes da área, o artigo sobre o Hand ficou vários meses na lista dos mais acessados, à frente até de publicações de referência.</p>
<p>O modelo Hand foi aplicado com sucesso em áreas com históricos de inundação, inclusive na Grande São Paulo, e em outras onde houve grandes tragédias recentemente, como a região Serrana do Rio.</p>
<p>Adoção – Embora já tenha sido apresentado no Senado e na Câmara, não há previsão de quando (ou se) ele será adotado pelo poder público.</p>
<p>“A recepção foi muito boa, os políticos elogiaram muito. Mas não sei o que vai acontecer agora”, diz Nobre.</p>
<p>Ele já distribui informalmente o sistema para prefeituras e outros interessados.</p>
<p>“Mas isso não é certo, tem de haver planejamento. Sou pesquisador, é necessário uma estrutura operacional.”</p>
<p>“Ao mesmo tempo, eu não consigo ficar parado assistindo à tevê enquanto está acontecendo um temporal e eu tenho condições de ajudar.”</p>
<p>Fonte: Giuliana Miranda/ Folha.com</p>
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		<title>Cientistas criam métodos para ‘turbinar’ fotossíntese</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 14:39:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>airton</dc:creator>
				<category><![CDATA[agroenergia]]></category>

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		<description><![CDATA[Há milhões de anos, plantas, algas e algumas bactérias fazem uso da fotossíntese para transformar luz em energia. Cientistas agora se apressam a dizer: elas têm feito isso errado. Ou melhor, de um jeito ineficiente, que aproveita só 5% do que poderia.
Três dos principais nomes da área protagonizaram na sexta-feira (17) uma das palestras que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há milhões de anos, plantas, algas e algumas bactérias fazem uso da fotossíntese para transformar luz em energia. Cientistas agora se apressam a dizer: elas têm feito isso errado. Ou melhor, de um jeito ineficiente, que aproveita só 5% do que poderia.</p>
<p>Três dos principais nomes da área protagonizaram na sexta-feira (17) uma das palestras que mais despertaram a atenção do público presente na reunião anual da AAAS (Sociedade Americana para o Progresso da Ciência), em Vancouver, no Canadá.</p>
<p>“Essa história toda de otimizar a fotossíntese pode parecer maluquice, mas eu garanto que não é. Afinal, eu não teria sido chamada para falar em um evento tão importante se a minha pesquisa não fizesse sentido”, disse Anna Jones, da Universidade do Estado do Arizona.</p>
<p>Ela e outros pesquisadores querem otimizar o processo de transformação da energia recebida do Sol. Atingir esse objetivo permitirá melhorar culturas de alimentos e produzir combustíveis renováveis de um jeito sustentável e em grandes quantidades.</p>
<p>“Na natureza, a enzima que acelera a fotossíntese, a rubisco, acaba saturada após algum tempo de exposição à luz e o processo fica lento. Ou seja, os organismos têm uma ampla oferta de luz, mas não a capacidade de transformar essa energia em um combustível armazenável”, diz Jones.</p>
<p>Para dar uma forcinha à natureza, os cientistas estão tentando vários métodos. Uma das principais apostas é pensar o processo da fotossíntese como se fosse a geração de energia numa bateria.</p>
<p>Em sua pesquisa, Jones quer gerar mais energia ao separar as duas etapas do processo: a captação e a produção da energia. Cada uma seria feita em uma estrutura. As duas seriam ligadas por um fio biológico, que transmitiria a energia gerada com alta eficiência. Esses nanocabos podem ser produzidos por bactérias, como a Shewanella oneidensis, cultivadas em condições especiais.</p>
<p>“Esse material consegue alta taxas de condutividade. Comporta-se quase como alguns condutores de metal”, afirma Jones.</p>
<p>O trabalho de Richard Cogdell, da Universidade de Glasgow, no Reino Unido, também aposta nos nanofios para otimizar a fotossíntese. Batizada de folha artificial, sua ideia é criar um jeito de simplificar o processo.</p>
<p>“A natureza tem várias maneiras de fixar carbono. Estamos incentivando as mais eficientes”, diz o cientista.</p>
<p>O grupo de Cogdell é um dos mais bem-sucedidos. Além de ser a estrela de um recente programa na rede BBC, o cientista deve conseguir a patente de um combustível gerado por essa fotossíntese turbinada.</p>
<p>Ele afirma não poder dar muitos detalhes. Mas o campo é promissor. Além de várias empresas se interessarem em patrocinar estudos nesse campo, fundações distribuíram mais de US$ 10 milhões em verbas para as pesquisas.</p>
<p>Fonte: Giuliana Miranda/Folha.com</p>
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		<title>Soil protection critical for Europe`s economy and ecosystems</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 21:48:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>airton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Soil is one of the planet&#8217;s invaluable resources but  continues to be degraded in Europe. Together, the mineral particles,  water, air, organic matter, and living organisms that constitute soil  perform key functions which underpin our society.
Soil is a vital, non-renewable resource for ecosystems, playing an  essential role in services such as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Soil is one of the planet&#8217;s invaluable resources but  continues to be degraded in Europe. Together, the mineral particles,  water, air, organic matter, and living organisms that constitute soil  perform key functions which underpin our society.</strong></p>
<p>Soil is a vital, non-renewable resource for ecosystems, playing an  essential role in services such as water purification and food  production. It is also a major global carbon sink, with significant  potential to remove climate-changing gases from the atmosphere.</p>
<p>The European Environment Agency (EEA) has joined forces with the European Commission’s Joint Research Centre on &#8216;<a title="The state of soil in Europe" href="http://ec.europa.eu/dgs/jrc/downloads/jrc_reference_report_2012_02_soil.pdf" target="_blank">The state of soil in Europe</a>&#8216;,  a comprehensive scientific report highlighting the need to protect and  maintain soil in a co-ordinated way across the European Union. The  report warns that failure to tackle increased <a title="soil degradation" href="http://www.environmental-expert.com/articles/keyword-soil-degradation-13033">soil degradation</a> could eventually compromise food production. Moreover, degraded soil is less able to prevent droughts and flooding and stop <a title="biodiversity" href="http://www.environmental-expert.com/articles/keyword-biodiversity-9426">biodiversity</a> loss.</p>
<p>The EEA <a title="reported in its last flagship report" href="http://www.eea.europa.eu/highlights/soer/europe/soil" target="_blank">reported in its last flagship report</a> that Europe&#8217;s soils are subject to erosion and landslides. Organic matter and <a title="biodiversity" href="http://www.environmental-expert.com/articles/keyword-biodiversity-9426">biodiversity</a> are both declining in some areas, while compaction, salinisation, and  contamination are also significant issues. All these problems have  considerable economic and environmental consequences. For example, <a title="soil erosion" href="http://www.environmental-expert.com/articles/keyword-soil-erosion-9846">soil erosion</a> by water affects around 16% of Europe&#8217;s land area. It is largely the result of poor <a title="land management" href="http://www.environmental-expert.com/articles/keyword-land-management-7798">land management</a>, such as <a title="deforestation" href="http://www.environmental-expert.com/articles/keyword-deforestation-18030">deforestation</a>, overgrazing, construction activities and forest fires.</p>
<p>For further information on the threats to Europe&#8217;s soils, see the 2010 EEA assessment, which includes a <a title="summary of key facts" href="http://www.eea.europa.eu/highlights/soer/europe/soil/key-facts" target="_blank">summary of key facts</a> and <a title="key messages" href="http://www.eea.europa.eu/highlights/soer/europe/soil/key-messages" target="_blank">key messages</a>. These sources focus on how unsustainable human use and management of land is leading to increased <a title="soil degradation" href="http://www.environmental-expert.com/articles/keyword-soil-degradation-13033">soil degradation</a>, and the loss of a resource that is fundamental to life on the planet.</p>
<p>Font: environmental-expert</p>
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		<title>Abertura de capital da Embrapa ganha impulso</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 21:44:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>airton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[O projeto de  lei que pretende abrir o capital da estatal Empresa Brasileira de  Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e transformá-la em uma sociedade de  economia mista recebeu voto favorável do senador Gim Argello (PTB-DF),  relator do projeto na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado,  no dia 1º de fevereiro.
Depois de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">O projeto de  lei que pretende abrir o capital da estatal Empresa Brasileira de  Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e transformá-la em uma sociedade de  economia mista recebeu voto favorável do senador Gim Argello (PTB-DF),  relator do projeto na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado,  no dia 1º de fevereiro.</p>
<p>Depois de apreciado pelo plenário da CAE, o texto  seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde será  votado em caráter terminativo. Se for aprovado na CCJ, seguirá  diretamente para a Câmara.</p>
<p>Mesmo que a transformação da Embrapa receba sinal verde definitivo no  Congresso, o Projeto de Lei 222/2008, de autoria do Senador Delcídio  Amaral (PT-MS), prevê a manutenção de seu controle nas mãos da União,  que preservaria mais de 50% das ações com direito a voto. Para Amaral, a  capacidade de investimento da estatal foi sendo reduzida nos últimos  anos e uma injeção de recursos privados pode viabilizar o aumento de  suas pesquisas. Atualmente, a Embrapa usa mais de 70% de seu orçamento  para cobrir custos de pessoal e encargos.</p>
<p>A discussão se arrasta há anos. Em agosto de 2009, a Comissão de  Agricultura e Reforma Agrária (CRA) votou pela rejeição do projeto. Após  a decisão da CRA, o PL foi submetido à Comissão de Assuntos Econômicos  (CAE), em setembro de 2009. Ficou parado e, em 17 de março de 2011, o  presidente da comissão, Delcídio Amaral designou o colega Gim Argello  para a relatoria.</p>
<p>O parecer da CRA, com relatoria do ex-senador Expedito Júnior  (PSDB-RO), afirmou que a abertura de capital da Embrapa à iniciativa  privada diminuiria da atuação da estatal em projetos de caráter social, e  que tal medida poderia colocar em risco o grau de desenvolvimento da  pesquisa agropecuária nacional. A CRA não constava no despacho inicial  de distribuição do PL e só tramitou por ela após requerimento.</p>
<p>Em seu voto, o relator Gim Argello discorda do argumento e diz que &#8220;a  alocação de recursos para pesquisa agropecuária tem sido muito  prejudicada e tende a continuar assim. Portanto, novas soluções para o  financiamento da pesquisa devem ser encontradas&#8221;. Segundo o relator, com  a mudança serão feitos mais investimentos &#8220;Não se muda time que está  ganhando. Vamos manter as coisas boas e melhorar as que precisam ser  melhoradas&#8221;, disse.</p>
<p>O próprio Amaral reconhece que o projeto é polêmico. &#8220;É polêmico e  prudente. Vamos abrir para dinheiro privado, mas com o controle do  governo&#8221;, afirmou. O senador cita a Petrobras como exemplo e disse que  ainda vai se reunir com a Embrapa para discutir mudanças no texto.  &#8220;Vamos permitir uma valorização dos servidores da Embrapa e vamos nos  reunir com membros da estatal para fazer ajustes no texto&#8221;.</p>
<p>O relator afastou a hipótese de que multinacionais que eventualmente  comprem muitas ações possam colocar pressão para que sejam realizadas  pesquisas somente em áreas de interesse comercial. &#8220;As empresas não têm  interesse em investir na Embrapa. Elas já possuem grandes laboratórios e  equipes de cientistas&#8221;, disse Argello.</p>
<p>O relator também deixou claro que os recursos genéticos depositados  nos bancos de pesquisas da Embrapa distribuídos pelo País terão seu  valor calculado pelos técnicos da instituição. &#8220;Eu acredito que isso  vale tanto quanto diamante e não tem como mensurar&#8221;, afirmou ele.</p>
<p>Fonte: Jornal da Ciência, 16/02/2012</p>
<p></span></p>
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		<item>
		<title>Agricultura usa 92% da água doce do planeta</title>
		<link>http://www.sbera.org.br/pt/2012/02/agricultura-usa-92-da-agua-doce-do-planeta/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 21:52:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>airton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisadores afirmam que a agricultura, nos moldes de hoje, consome  92% da água no planeta, o que transforma a produção de alimentos e  outros produtos em algo insustentável. O alerta foi dado pelo  holandês  Arjen Y. Hoekstra, criador da pegada hídrica -, indicador que mede o uso  direto e indireto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadores afirmam que a agricultura, nos moldes de hoje, consome  92% da água no planeta, o que transforma a produção de alimentos e  outros produtos em algo insustentável. O alerta foi dado pelo  holandês  Arjen Y. Hoekstra, criador da pegada hídrica -, indicador que mede o uso  direto e indireto da água doce para se obter um produto alimentício ou  qualquer outro bem consumível.</p>
<p>De acordo com o estudo de Hoekstra, publicado no periódico científico  Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), uma pessoa  consome em média 4.000 litros, de água por dia, incluindo toda a água  necessária para a produção de alimentos e bens de consumo. No entanto,  de acordo com estudo publicado esta semana, o consumo varia muito de  país para país.</p>
<p>Entre as disparidades está no fato de um americano consumir mais do  que o dobro da média global, enquanto que habitantes da China e Índia  consomem pouco mais de 1000 litros. A pegada de água do consumidor médio  é determinada principalmente pelo consumo de cereais (27%), carne (22%)  e produtos lácteos (7%). O Brasil é o quarto maior consumidor de água –  o brasileiro consome em média 3.780 litros de água por dia -, e também o  quarto exportador de bens que mais necessitam de água.</p>
<p>A “pegada Hídrica da humanidade” mostra ainda que há a importação e  exportação virtual da água. Um consumidor holandês, por exemplo, ao  comprar uma camisa feita com algodão e produzida fora da Holanda, usa a  água do país de produção.</p>
<p>Os pesquisadores também esperam ver uma mudança drástica no consumo  na China, que depende cada vez mais de terras agrícolas, por exemplo, da  África. Isto levará a importação muito maior de água. De a cordo com o  estudo, estes são todos os indicadores claros de que a escassez de água  não é um problema local, mas deve ser visto de uma perspectiva global.<em></em></p>
<p><em> Fonte: Portal iG</em></p>
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		<title>Documento base da RIO+20 precisa levar em conta limites do planeta</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 13:53:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>julio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Agência FAPESP – Em janeiro, a Organização das Nações Unidas  (ONU) divulgou o primeiro esboço da declaração final da Conferência  sobre Desenvolvimento Sustentável (RIO+20), que será realizada no Brasil  em junho.
O documento, no entanto, deveria destacar de forma mais clara e  objetiva o princípio de que há um limite natural para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Agência FAPESP</strong> – Em janeiro, a Organização das Nações Unidas  (ONU) divulgou o primeiro esboço da declaração final da Conferência  sobre Desenvolvimento Sustentável (RIO+20), que será realizada no Brasil  em junho.</p>
<p>O documento, no entanto, deveria destacar de forma mais clara e  objetiva o princípio de que há um limite natural para o planeta – um  conceito central para o desenvolvimento sustentável. A opinião é de  Carlos Alfredo Joly, titular do Departamento de Políticas e Programas  Temáticos (DEPPT), a Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e  Desenvolvimento (Seped) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação  (MCTI) e coordenador do programa BIOTA-FAPESP.</p>
<p>“O principal problema com o documento é o fato de não partir do  princípio de que há um limite natural para o planeta, e que  inevitavelmente teremos que nos adaptar à sua capacidade de suporte.  Este é um conceito chave do desenvolvimento sustentável, que não está  posto de forma clara e objetiva em parte alguma do documento. Partir  desse princípio pode ser a única chance para que a RIO+20 alcance  objetivos palpáveis”, disse Joly à <strong>Agência FAPESP</strong>.</p>
<p>Outras autoridades e especialistas ambientais também criticaram o  documento. O ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, contou à  <em>Folha de S. Paulo</em>, em <strong><a href="http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/1046060-brasil-considera-insuficiente-primeira-versao-de-guia-para-rio20.shtml" target="_blank">reportagem</a></strong> publicada em 8 de fevereiro, que os membros da comissão nacional que  discute a RIO+20 pediram maior detalhamento dos objetivos de  desenvolvimento sustentável no texto do esboço, além da inclusão de  menção a padrões insustentáveis de produção e consumo.</p>
<p>Produzido por uma comissão da ONU envolvendo estados membros,  agências internacionais, organizações não governamentais e grupos  políticos, o documento, intitulado <strong><a href="http://hotsite.mma.gov.br/rio20/documentos/documentos-oficiais-da-conferencia/" target="_blank"><em>Zero Draft</em></a></strong> (“Esboço Zero”), também foi criticado publicamente por autoridades  ambientais da Europa, mas em sentido oposto: elas atribuem “falta de  foco” ao texto, já que ele estabelece como prioridades da conferência  temas como economia verde e desenvolvimento sustentável.</p>
<p>Segundo os europeus, a conferência deveria ter mais foco na questão  ambiental propriamente dita e na reorganização institucional dos órgãos  internacionais voltados ao tema.</p>
<p>A ministra francesa do Meio Ambiente, Nathalie Morizet, disse ao jornal <em>O Estado de S. Paulo</em>,  em reportagem publicada no dia 1º de fevereiro, que “quanto mais  falamos sobre crescimento verde e menos sobre governança, mais estamos  perdendo o foco”. Jean Jouzel, vice-presidente do Painel  Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), também afirmou que a  RIO+20 precisa ser “mais conclusiva e menos filosófica”.</p>
<p>A divergência de pontos de vista, segundo Joly, confere ainda mais  importância ao evento que será realizado conjuntamente pelo BIOTA, pelo  Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN) e pelo Programa FAPESP  de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais nos dias 6 e 7 de março.</p>
<p>Segundo Joly, o <strong><a href="http://www.fapesp.br/rio20" target="_blank"><em>BIOEN-BIOTA-Climate Change Joint Workshop: Science &amp; policy for a greener economy in the context of RIO+20</em></a></strong> foi planejado para que a comunidade científica possa discutir os temas da Rio+20.</p>
<p>No dia 8 de março, a comissão brasileira que discute as sugestões  para o documento final da RIO+20 se reunirá novamente. As sugestões da  reunião serão compiladas pela secretaria executiva brasileira, que  condensará um novo texto para encaminhar à ONU.</p>
<p>“O workshop trará algumas lideranças internacionais centrais para  esse processo de discussão e será uma grande oportunidade para avançar.  De agora em diante, as delegações vão trabalhar no <em>Zero Draft</em> até  a 3ª Conferência Preparatória da Rio+20, que será realizada entre 13 e  15 de junho no Rio de Janeiro. Uma vez que se chegue a um acordo, o  documento será aprovado pelos chefes de Estado na conferência, de 20 a  22 de junho”, disse Joly.</p>
<p><strong>Capacidade de suporte</strong></p>
<p>De acordo com Joly, que é professor da Universidade Estadual de  Campinas (Unicamp), o tema da capacidade de suporte da Terra, longe de  ser uma “discussão puramente filosófica”, é justamente a maior promessa  de resultados concretos para a conferência.</p>
<p>Se os chefes de Estado reunidos no Rio de Janeiro em junho de 2012  aprovarem o princípio dos limites na capacidade de suporte da Terra,  segundo Joly, isso levará a uma mudança de paradigmas que definirá uma  nova trajetória para o planeta.</p>
<p>“Concretamente, esse me parece o único objetivo palpável que a RIO+20  poderá alcançar. Sem o reconhecimento desses novos conceitos, como  Economia Verde, a criação de novas estruturas, assim como a  reorganização institucional da área ambiental das Nações Unidas, na  melhor das hipóteses, apenas retardarão o colapso ambiental”, afirmou.</p>
<p>Segundo ele, o <em>Zero Draft</em> deveria ter já em seu preâmbulo do  documento, cujos tópicos descrevem o cenário no qual ocorre o debate,  uma menção clara ao limite natural da capacidade de suporte do planeta.</p>
<p>“Trata-se de uma questão extremamente concreta. Se esse princípio  constar no intróito do documento, a discussão já se desenvolverá com um  sentido completamente diferente. Se todos os países endossarem a posição  de que temos um limite de esgotamento do planeta, as convenções terão  que trabalhar necessariamente nessa base. Isso determinará a agenda de  como vamos modificar nossos padrões de destruição dos habitats, da  biodiversidade, dos serviços ecológicos, de emissão de gases de efeito  estufa e assim por diante”, explicou.</p>
<p>Apesar das limitações, o <em>Zero Draft</em> também tem pontos  positivos, na avaliação de Joly, que elogiou o documento por fazer  significativas referências ao avanço científico e tecnológico na  promoção do desenvolvimento sustentável.</p>
<p>“O texto reafirma a importância da transferência de tecnologia para  que todos os países possam avançar mais rapidamente nessa direção.  Reforça também a necessidade da colaboração científica entre países, sem  perder o foco nas soluções e inovações locais”, disse.</p>
<p>Outro aspecto positivo é que o esboço aponta para a necessidade de  ampliação do relacionamento entre a comunidade científica e os  formuladores de políticas e tomadores de decisão. “Ele reconhece que as  decisões governamentais na área ambiental devem, cada vez mais,  basear-se no resultado de pesquisas científicas”, afirmou.</p>
<p>A participação da comunidade científica será determinante para o  aprimoramento do documento, que será objeto de intenso debate nos  próximos meses.</p>
<p>Segundo Joly, para ser endossado por mais de 190 países, o documento  final terá que conciliar posições amplamente divergentes. Mas discutir a  questão de governança e a reformulação dos órgãos da ONU será tão  importante como priorizar os temas do desenvolvimento sustentável e da  Economia Verde.</p>
<p>“Por enquanto, o texto está muito parecido com o do documento final  da RIO+10, realizada na África do Sul em 2002, que teve impacto muito  baixo fora dos meios diplomáticos e frustrou as expectativas de todos.  Na RIO+20 não teremos a assinatura de nenhuma nova convenção, portanto o  mínimo que precisamos fazer é propor uma agenda muito clara. É isso que  vamos discutir intensamente no workshop da FAPESP, em março”,  destacou.</p>
<p>Mais informações sobre o “BIOTA-BIOEN-Climate Change Joint Workshop:  Science and Policy for a Greener Economy in the context of RIO+20”: <a href="http://www.fapesp.br/rio20"><strong>www.fapesp.br/rio20</strong></a>.</p>
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		<title>Unicamp bate recorde de royalties</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 13:46:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>julio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Agência FAPESP – A Inova Unicamp, agência de inovação da  Universidade Estadual de Campinas, divulgou os resultados relacionados à  atuação da Unicamp em 2011 no âmbito da inovação.
Os números apresentados – entre eles o recorde de R$ 724 mil em royalties por licenciamentos de tecnologias desenvolvidas na universidade –  colocam a Unicamp [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Agência FAPESP</strong> – A Inova Unicamp, agência de inovação da  Universidade Estadual de Campinas, divulgou os resultados relacionados à  atuação da Unicamp em 2011 no âmbito da inovação.</p>
<p>Os números apresentados – entre eles o recorde de R$ 724 mil em <em>royalties</em> por licenciamentos de tecnologias desenvolvidas na universidade –  colocam a Unicamp em um novo patamar de inserção no ecossistema nacional  de inovação e de empreendedorismo.</p>
<p>De acordo com a Unicamp, a instituição, que tradicionalmente apresenta  resultados muito fortes na proteção de sua propriedade intelectual –  principalmente por meio de patentes –, mantém o posicionamento de  destaque no setor no ano de 2011 com 66 pedidos de patentes depositadas  no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), próximo ao  recorde histórico da Unicamp de 2005, com 67 pedidos de patentes no ano.</p>
<p>O número corresponde a um aumento de 29,4% no total de pedidos em  relação a 2010. De acordo com a diretora de propriedade intelectual e  transferência de tecnologias da Inova Unicamp, Patricia Magalhães de  Toledo, os resultados positivos em proteção e transferência de  tecnologia refletem o trabalho de planejamento que incluiu diversas  mudanças para facilitar a interação com os pesquisadores da Unicamp e  empresas.</p>
<p>Entre as melhorias que influenciaram os resultados positivos está a  disponibilização para os pesquisadores da Unicamp do novo Sistema de  Comunicação de Invenção <em>on-line</em>, em abril de 2011. O sistema permite realizar toda a interação com o pesquisador em um sistema <em>web</em>, o que facilita o início do processo de pedido de patente na universidade.</p>
<p>Roberto de Alencar Lotufo, diretor executivo da Agência, considera o  resultado em proteção muito importante. Por outro lado, o diretor  reforça que a atuação da Unicamp no ambiente de inovação é mais ampla e  que o pedido de patente é apenas o início do processo para que a  tecnologia se transforme em inovação.</p>
<p>“O principal objetivo da proteção da pesquisa acadêmica por meio de  patentes é o de aumentar as chances de que os resultados das pesquisas  feitas na universidade gerem inovação, isto é, se convertam em produtos e  serviços para o bem da sociedade”, disse.</p>
<p>Neste sentido ele destaca dois indicadores como diferenciais: o de  número de contratos de licenciamentos de tecnologia firmados com  empresas e o de <em>royalties</em> recebidos em função desses  licenciamentos. O primeiro passou de sete, em 2010, para 10 em 2011, e o  segundo cresceu de R$ 191 mil para R$ 724 mil no mesmo período.</p>
<p>Mais informações: <strong><a href="http://www.unicamp.br/unicamp/divulgacao/2012/02/15/transferencia-de-tecnologias-leva-unicamp-a-numero-recorde-de-royalties" target="_blank">www.unicamp.br/unicamp/divulgacao/2012/02/15/transferencia-de-tecnologias-leva-unicamp-a-numero-recorde-de-royalties</a></strong>.</p>
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		<title>Relator discute com o governo últimos ajustes no parecer do Código Florestal</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 13:43:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>julio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>

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		<description><![CDATA[O relator do projeto do novo Código Florestal (PL 1876/99), deputado  Paulo Piau (PMDB-MG), reúne-se nesta terça-feira (7), no Palácio do  Planalto, com os ministros das Relações Institucionais, Ideli Salvatti;  do Meio Ambiente, Izabella Teixeira; e da Agricultura, Pecuária e  Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho.
Antes, pela manhã, Paulo  Piau pretende discutir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O relator do projeto do novo Código Florestal (PL 1876/99), deputado  Paulo Piau (PMDB-MG), reúne-se nesta terça-feira (7), no Palácio do  Planalto, com os ministros das Relações Institucionais, Ideli Salvatti;  do Meio Ambiente, Izabella Teixeira; e da Agricultura, Pecuária e  Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho.</p>
<p>Antes, pela manhã, Paulo  Piau pretende discutir o relatório com representantes dos setores  agropecuário, ambiental e científico, na Assembleia Legislativa de Minas  Gerais, em Belo Horizonte. A intenção, segundo o relator, é colher os  últimos subsídios para preparar o parecer que vai à votação final, no  Plenário da Câmara, no dia 6 ou 7 de março.</p>
<p>“Ficamos de levar ao Palácio [do Planalto] todas as reivindicações  que chegaram, perto de uma centena de sugestões. Nesse clima de  negociação entre Executivo e Legislativo, nós vamos ver a posição do  governo para avançar um consenso para o relatório final dentro do  Parlamento”.</p>
<p><em><strong>Dificuldade para alterações</strong></em><br />
Como  são muito diferentes os textos aprovados preliminarmente na Câmara, em  maio, e no Senado, em dezembro, o papel do relator ficará mais restrito.  Não serão admitidas, por exemplo, mudanças de mérito. O próprio Paulo  Piau explica os limites regimentais de sua atuação.</p>
<p>“Na verdade, nós só vamos aproveitar aquilo que pudermos mudar. Nós  só podemos suprimir textos que o Senado acrescentou ao texto da Câmara;  podemos substituir texto do Senado pelo texto original da Câmara; e  podemos alterar a redação para uma melhor compreensão do texto. Mas,  como o Senado mudou muito o texto, claro que nós podemos, se for  conveniente e dentro da negociação, alterar bastante coisa”.</p>
<p>O  relator dá a entender que pretende aperfeiçoar o texto do Senado no que  for possível. Um dos problemas foi detectado pela consultoria da Câmara  logo no artigo primeiro, que estabelece, entre os princípios do novo  código, “a função estratégica da produção rural na recuperação e  manutenção das florestas e demais formas de vegetação nativa”.</p>
<p><strong><em>Insegurança jurídica</em></strong><br />
A  redação deve enfrentar resistência de alguns parlamentares. Paulo Piau  teme pela segurança jurídica desse artigo. “Dentro da técnica  legislativa de confecção de uma lei, o artigo primeiro traça os  objetivos do corpo da lei. E aí, dizendo tecnicamente e sem paixão  ideológica de produtor ou de ambientalista, o texto que veio do Senado é  carregado de princípios e, evidentemente, isso lá na frente pode trazer  uma insegurança jurídica. Há pessoas que dizem que não tem nada a ver  uma coisa com a outra, mas, dentro da técnica legislativa, foi uma  incorreção do Senado Federal”, explicou o relator.</p>
<p>Paulo Piau  disse que o mesmo acontece em relação ao artigo 62 do texto do Senado,  que trata das áreas consolidadas em Áreas de Preservação Permanente e  cria a figura das “bacias hidrográficas críticas”, o que pode, na  prática, ampliar as áreas de proteção.</p>
<p>As bacias críticas são  outro item apontado com a possibilidade de provocar insegurança  jurídica. “É claro que o tema vai passar por uma análise. Passa pelo  Comitê de Bacias, pelo Conselho Estadual de Meio Ambiente, mas a  discussão e a última palavra vão caber aos deputados que vão votar o  texto no Plenário”.</p>
<p>Agência Câmara</p>
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